Como afinar Estratégias de Bolsa com Ciclos Planetários
- Mauricio Bernis
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- 1 de set. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 1 de set. de 2025

O mercado financeiro, apesar de parecer dominado apenas por números e gráficos, responde a dinâmicas muito mais sutis: o tempo e a energia coletiva. Assim como a agricultura precisa das estações, os investimentos seguem ritmos que podem ser lidos através da Astrologia Financeira. Cada estilo de operação na Bolsa — do day trade ao buy and hold — encontra um reflexo direto nos ciclos planetários e nas condições astrológicas.
O Ritmo do Tempo e os Estilos de Operação
Cada forma de investir está associada a um prazo e a um tipo de energia:
Scalping e Day Trade pedem rapidez, reflexo imediato e coragem. São operações que vibram na frequência de Marte e Mercúrio, planetas que simbolizam ação veloz, impulso e troca. Quando esses astros estão fortes, em signos de movimento como Áries ou Gêmeos, o ambiente fica mais favorável para operações curtas e intensas.
Swing Trade trabalha com ciclos de alguns dias ou semanas, refletindo o ritmo da Lua. As fases lunares mostram momentos ideais para iniciar, ajustar ou encerrar operações: a Lua Crescente, por exemplo, tende a favorecer entradas, enquanto a Cheia pode indicar momentos de colher resultados parciais.
Position Trade busca tendências de médio prazo, alinhadas ao equilíbrio entre Júpiter (expansão) e Saturno (estrutura). Quando esses planetas se harmonizam, o mercado tende a mostrar direções mais estáveis, permitindo operações que duram meses.
Buy and Hold é a estratégia do longo prazo. Aqui, reinam Saturno e os signos de Terra (Touro, Virgem, Capricórnio). Paciência, disciplina e visão de construção são essenciais, e esses arquétipos planetários representam exatamente a solidez e o crescimento sustentado.
Investimentos em Dividendos vibram na energia de Vênus e Júpiter, planetas da abundância e do fluxo. Quando bem posicionados, sinalizam períodos em que os retornos constantes e a renda passiva se tornam mais previsíveis e seguros.
Value Investing, focado em empresas subavaliadas, também se ancora em Saturno, que simboliza valor intrínseco e permanência. É a busca pelo essencial, pelo que resiste ao tempo.
Growth Investing, voltado para empresas de crescimento acelerado, reflete o movimento de Júpiter, Urano e Netuno — planetas que falam de expansão, inovação e visão de futuro. Esse é o território das empresas de tecnologia, energia limpa e setores disruptivos.
Derivativos e Alavancagem, com seu potencial explosivo de ganhos ou perdas, ressoam com Urano, Marte e Plutão. São energias de intensidade, risco e transformação, que exigem preparo emocional e estratégia.
O Mercado como Espelho dos Ciclos
Observar a Bolsa sem considerar o fator tempo é como navegar sem bússola. A Astrologia Financeira mostra que cada estilo de operação pode ser afinada com os ciclos planetários, de modo que a energia coletiva e os ritmos do mercado dialoguem com a estratégia escolhida.
Quando o operador respeita essa sintonia, aumenta as chances de estar “na maré certa”, aproveitando o fluxo natural dos astros em vez de lutar contra ele.
Conclusão
Assim como músicos afinam seus instrumentos antes de tocar, investidores podem afinar suas estratégias com os ciclos celestes. O resultado é um mercado visto não apenas como números que sobem e descem, mas como uma grande orquestra, onde cada planeta rege uma melodia e cada estilo de operação encontra o seu compasso.
Quem aprende a ouvir essa sinfonia descobre que investir não é apenas técnica — é também harmonia com o tempo.



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